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O peito suspenso na espera do improvável. A luz escorre pelas telhas, janelas, campos, igrejas, asfalto. 'El Casar' desperta sob uma cúpula azul forte. Saímos dos nossos casulos nocturnos e tacteamos o terreno frio. A condensaçao cobre os vidros como uma cortina eterna. O dia é ainda uma página virgem, todos os pinceis e aguarelas nas minhas maos.
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